Pala Nietzscheniana...
Deu pala!
Quem mandou ficar lendo Nietzsche nas horas vagas?
Depois de um breve simpósio sociológico com o Matheus, e algumas conclusões nada otimistas, deu nisso! uma mistura de Nietzsche com Clube da Luta.
"
Minhas Paredes
Quem dera Eu tivesse minhas próprias paredes,
Que pudesse moldar-me(...).
Desconhecendo limites; e descobrindo-os.
Longe da mediocridade de um mundo.
Não possuo alma.
Pois é mais um fruto da decadência do homem,
Que se acomoda na criação de um qualquer etéreo inexplicável.
Sou Eu o Todo-poderoso.
Pois, se um outro qualquer não move-me um dedo,
Por que hei de obedecer-lhe quando impõe-me o que é certo?
Penso.
Pois o sábio não procura o poder, ele o possui,
E tem consciência disso.
Sou egoísta.
Pois nada está acima de minha sobrevivência.
E as paredes são só minhas.
Não respeito às regras.
Pois, quando ordenam “Empurre”,
O melhor a ser feito é puxar, ou ao menos tentar fazê-lo.
Critico-me.
Contesto meus próprios valores.
Para que eles não se tornem hábitos.
Pois quando é criada uma nova concepção moral,
Nem mesmo o criador está livre da submissão à ela.
Quem dera houvesse de me preocupar só com minhas paredes.
"
Pra finalizar:
“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.”
(...)
Quem mandou ficar lendo Nietzsche nas horas vagas?
Depois de um breve simpósio sociológico com o Matheus, e algumas conclusões nada otimistas, deu nisso! uma mistura de Nietzsche com Clube da Luta.
"
Minhas Paredes
Quem dera Eu tivesse minhas próprias paredes,
Que pudesse moldar-me(...).
Desconhecendo limites; e descobrindo-os.
Longe da mediocridade de um mundo.
Não possuo alma.
Pois é mais um fruto da decadência do homem,
Que se acomoda na criação de um qualquer etéreo inexplicável.
Sou Eu o Todo-poderoso.
Pois, se um outro qualquer não move-me um dedo,
Por que hei de obedecer-lhe quando impõe-me o que é certo?
Penso.
Pois o sábio não procura o poder, ele o possui,
E tem consciência disso.
Sou egoísta.
Pois nada está acima de minha sobrevivência.
E as paredes são só minhas.
Não respeito às regras.
Pois, quando ordenam “Empurre”,
O melhor a ser feito é puxar, ou ao menos tentar fazê-lo.
Critico-me.
Contesto meus próprios valores.
Para que eles não se tornem hábitos.
Pois quando é criada uma nova concepção moral,
Nem mesmo o criador está livre da submissão à ela.
Quem dera houvesse de me preocupar só com minhas paredes.
"
Pra finalizar:
“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.”
(...)

4 Comments:
Massa!!!
Adorei, meu velho, adorei.
Continuas?
Credo, quanta amargura...
Já tinha lido, muito bom o texto.
Preciso dos nossos simpósios novamente... Sem Alceu Valença, sem música alta, sem multidões... coimo nos velhos tempos; nós, a cana, e as idéias. Quanto tempo, que saudades...
Em breve, espero eu.
[]'s.
Ei, incluam-me nessa!
(enturmante é putaqueopareo)
E precisa?
Sem você eles simplesmente não acontecem!
XD
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